segunda-feira, 29 de outubro de 2012

VANIA COSME FALA SOBRE SEU FUTURO MANDATO

Respostas ao Prof. Ademir Rafael.

Prof. Aldemir obrigado pelo voto de congratulações, espero em Deus poder corresponder as expectativas dos Lajedenses que descrentes com os políticos atuais possa fazer a diferencia .

1. Percebemos uma rejeição por oligarquias na última eleição. Você carrega o nome de uma delas e mesmo assim foi muito bem votada. A que você credita sua eleição? 
R. As minhas pr
oposta de trabalho, as pessoas que mais uma vez acreditarão em mim.

2. Você faz parte de uma família de características de importância comercial em nossa cidade. O que, como edil pode fazer para que o comércio de Lajedo desenvolva definitivamente?
R. Sim isto me orgulha muito, pois muitos dos meus familiares formados em Direito,Odontologia etc. Estão investindo no comércio de Lajedo e desta forma gerando emprego para os lajedenses, Tenho Projetos e sonho para o desenvolvimento do comércio de Lajedo mas por enquanto prefiro contar apenas para Deus pois Ele pode realizar, já as pessoas podem me roubarem.

3. Qual a área de prioridade em seu governo?
R.Hoje é quase impossível ter apenas uma área como prioridade, se tudo não anda bem em Lajedo como; Saúde, Educação, Segurança etc.

4. O que acha do salário de vereador?
R. Quanto a isto prefiro não opinar uma vez que não fez parte da última Legislatura que aprovaram o atual salário dos vereadores, apesar de vivermos em cidade onde a maioria das pessoas não sabem ou não querem saber o papel do vereador, que é LEGISLAR e não prestar Assistência Social a comunidade durante 4(quatro) anos tendo que pagar água, energia, aluguel, remédio etc. Infelizmente essa é nossa realidade.

5. Desde o mandato de sua mãe, D. Luiza, vemos que tem vocês estado junto a população mais carente, fazendo dela, inclusive, seus maiores correligionários. Como poderá criar leis que beneficiem esta parte necessitada da sociedade, dentro de um orçamento limitado quanto o de Lajedo?
R. Deste 1992 quando fui eleita vereadora com apenas 21 anos, junto com minha mãe e familiares já prestava esse trabalho a comunidade, e com a dela na Legislatura seguinte continuamos o trabalho , mas nunca paramos mesmo não estando envolvidas diretamente nas Legislaturas seguintes continuamos servindo sem interesse politico. Acredito que além de Leis também podemos contar com o comércio local, promovendo eventos voltados para beneficiar os mais carentes.

6. Como cumprir o papel de vereadora, fiscalizando e cobrando o executivo, mesmo sendo situação?
R. Cobrando do Prefeito e seus Secretários um governo transparente e voltado para o povo.Foi eleita para representar o povo e jamais vou votar em algo que venha prejudicar a população independente de situação ou oposição. 

ENTREVISTA PARA "O JORNAL" OUTUBRO 2012


O JORNAL – Para o leitor de nosso jornal que ainda não o conhece, quem é Ademir Rafael?
ADEMIR RAFAEL – Sou natural da cidade de Mauá –SP, filho de pai lajedense(seu Josias Rafael)  e de mãe paulista, cheguei aqui em 1985, um ano de muitas chuvas. Aqui terminei a última fase da 8ª série do Ensino Fundamental (Deolinda Amaral) e o Ensino Médio (Escola Jornalista Manuel Amaral). Fiz licenciatura em História pela UPE e pós-graduação em Tecnologias da Educação pela PUC-RIO. Sou funcionário público efetivo das redes municipal e estadual de ensino desde o ano de 2006. Dirijo um projeto de música ”Projeto Música e Ação” com o apoio da Igreja Adventista do Sétimo Dia, onde atendemos cerca de 40 jovens e formamos a primeira orquestra de violinos da cidade. Sou apaixonado pelo meu ofício seja dando aula de História ou de Música. Cristão evangélico, pai de três filhos – Jéssica, Alan e a recém-nascida, Júlia e casado com uma psicopedagoga, Edvani  (minha cúmplice). Lajedense,” jus sanguinis”, sou muito feliz na cidade que vivo.
O JORNAL - Você criou um blog para analisar o período eleitoral em Lajedo, bem como um grupo no facebook onde se propôs a observar o cenário político local de forma imparcial. Passado os longos quatro meses, desde o início de suas avaliações. Que análise você pode fazer dos resultados obtidos nesses dois meios que você se propôs a escrever sobre as eleições?
ADEMIR RAFAEL – Primeiro tenho que dizer que me surpreendi com a aceitação do meu projeto. Foram inúmeras visualizações no Facebook e no blog, que tem um perfil um pouco menos popular, até o final das eleições foram 1.700 visualizações. Não esperava tanto. Foi uma experiência incrível, onde pudemos expor análises imparciais da campanha e interagir com nossos seguidores. Alguns concordavam, outros não, mas o importante é que o debate estava aberto e a participação do público virtual foi efetiva. Acredito que a missão foi cumprida e que a tendência é vermos tudo isso crescer com a popularização da informática e da internet. Em suma, valeu.
O JORNAL – O que te motivou a realizar essa tarefa tão árdua numa cidade onde a paixão política partidária ainda impera sobre a lógica da política social, principalmente no período eleitoral?
ADEMIR RAFAEL – Sou um educador. E a vida me agraciou com esse presente. Mas tenho consciência de que este ofício me trouxe, agregado, uma responsabilidade social. Já estava na hora de  retribuir o que a vida me oportunizou. Vivemos um momento em que a nova juventude se desperta para a cidadania e, mesmo que às vezes  inconsciente, para a política. É preciso que alguém as possa orientar nesse sentido e creio que essa seja uma das funções do educador. Enquanto pessoa tenho meu partido e preferências político ideológicas, mas como educador tenho a obrigação da imparcialidade junto ao meu público. Foi isso que tentei fazer.
O JORNAL – Qual a sua avaliação a respeito do período pré-eleitoral em Lajedo? Da escolha dos candidatos e das convenções partidárias?
ADEMIR RAFAEL – Ficamos ansiosos em saber os nomes que iriam concorrer ao pleito.  A escolha de Berto e Everaldo, embora tenha sido legítima, foi, na minha opinião, um erro. Não posso afirmar se foi um jogo de interesses ou de vaidades, mas a verdade é que vimos a coligação se esfacelar durante a campanha. Isso ocorreu por não existirem fatores sólidos para sua existência. Da mesma forma não teria escolhido Antonio João Dourado Filho para candidato. O nome Dourado, como foi comprovado, não teve força suficiente para levantar um jovem que pouco, ou nada havia mostrado por Lajedo. Em um momento de desgaste político era vital um nome mais forte. Jorge Wellington, Rômulo (se desimpedido fosse) e até mesmo Adelson teriam mais significado para o eleito r que  do que Joãozinho. Também não sei se foi a vaidade ou se um engano de estratégia. Rossine foi a escolha certa para o momento. O povo não estava aceitando as oligarquias e o nome Cosme não seria bem aceito. Pedro Melo abriu mão para se candidatar a vereador. O caminho estava aberto para quem já havia se tornado um nome forte de oposição. Quanto aos vereadores a variedade de perfis de candidatos foi a marca das convenções.
O JORNAL – Definido os candidatos e iniciada a campanha, os candidatos foram às ruas atrás do voto e aos poucos, até os eleitores mais críticos, ‘caíram na farra’ e defenderam com unhas e dentes seus preferidos. Como você entende esse envolvimento apaixonante do eleitor lajedense?
ADEMIR RAFAEL – As eleições em Lajedo a partir da década de 70 passam a ter um perfil de disputa futebolística. A razão, muitas vezes, deu lugar à emoção. Um único partido por muito tempo no poder pode ser a origem desta disposição. Muita gente se beneficia disso. Pois a paixão  é um inibidor do raciocínio crítico e quem está assim fica vulnerável às manipulações. Então os “interessados” ao invés de minora-la, acabam a fomentando. E a coisa é tão forte que mesmos os mais conscientes correm o risco de se influenciar.  Mas creio que isso está começando a mudar. Vejo sementes lançadas por toda cidade a começar germinar.
O  JORNAL – Que avaliação você pode nos fazer da campanha eleitoral deste ano?
ADEMIR RAFAEL – Infelizmente, tenho que dizer que foi uma das de pior qualidade desde que as tenho acompanhado. A insistência na criação do fato político determinante, nos fez ouvir a mais variada série de mentiras da história política de Lajedo. Não sei quanto os políticos têm a ver  com a divulgação das mesmas, mas diante delas se calaram, há não ser que  a denegrissem. Temos frisar que o eleitor está mais exigente. Com o ingresso de muitos jovens o nível de escolaridade aumentou, os debates públicos, a despeito de toda paixão, se tornaram mais concisos, aí o eleitor merecia menos promessas e mais esclarecimentos. Mesmo assim vi uma população mais interessada e uma evolução significativa na cidadania de nosso povo.
O JORNAL – Após a maiúscula vitória do candidato Rossine, a festa acabou ofuscada pela quebra da pirâmide localizada em frente a igreja Matriz de Santo Antonio. O que você achou deste ato que marcará para sempre a história política lajedense?
ADEMIR RAFAEL -  Posso analisar os dois lados da moeda. Primeiro entendo que Antonio João Dourado criou um símbolo de seu governo. Não me importa se maçônico ou não. Enquanto vivia sua popularidade isso lhe foi muito útil. Mas a roda gira. No momento em que houve uma reviravolta de mais de seis mil votos a irracionalidade emocional  dos eleitores os fez acreditar que podiam marcar a derrota com a quebra de um dos seus símbolos. Isso já aconteceu outras vezes na história, guardadas as devidas proporções e motivação. Não foi Rossine o responsável pelo ato, muito menos a maioria dos seus eleitores, mas muita gente ficou feliz pelo acontecimento.  Por outro lado destruição do patrimônio público é isso mesmo. Vandalismo é também é desse jeito. Podia se ter esperado pela posse do prefeito eleito. Um projeto feito e aprovado  pela  câmara legislativa. Vale lembrar que o monumento é patrimônio de todos nós.  E uma parte de nós ( mais de nove mil votos) não queriam que o ocorrido tivesse acontecido. Embora o ato seja entendível,  não deixa  de ser um crime.
O JORNAL – Passada as eleições e a escolha soberana do eleitor lajedense pelo candidato da oposição Rossine Blésmany (PSD), o que você espera do novo governo?
ADEMIR RAFAEL – Não desmerecendo a capacidade política do grupo de Rossine, essa eleição foi marcada pela rejeição ao nome Dourado. O povo demonstrou, claramente que não aceita continuísmos, despotismos e hegemonias oligárquicas. Rossine soube, astutamente, explorar essa rejeição. O raciocínio lógico e primário seria que sua administração fosse simplesmente antagônica à de seu antecessor. Mas precisa ser mais que isso. Precisa evoluir para a participação popular no governo. Vai precisar conciliar o fator político e o ético. O recado das eleições também lhe cabe. Vai precisar superar os limites do possível sem contaminar valores. O novo governo chega com uma vantagem – a empolgação natural daquele que teve a aprovação popular e quer fazer jus a ela. Não terá dificuldades com o legislativo, onde possuirá maioria, mas deve tomar cuidado para não o descaracterizar  como nas gestões anteriores. O legislativo tem que ser firme, saber e agir conforme suas funções. O novo prefeito deve estreitar seus laços com o governo do estado, pois, se não houver complicações políticas, pode ajudar muito a cidade. Em suma estou muito otimista quanto ao futuro de nossa cidade. Torço para que tenhamos mais sucesso que nas gestões do passado.
O JORNAL – Em sua opinião, quais foram as principais razões da queda do governo Dourado que já durava 16 anos em Lajedo?
ADEMIR RAFAEL – Posso lhe garantir que o governo Dourado não foi derrubado por suas realizações na cidade. Seremos ridicularizados pelos jovens se contarmos que as divergências políticas em outras eleições eram causadas por gambiarras, asfalto e quadras cobertas. Hoje temos tudo isso e muito mais. Um projeto de saneamento como o que temos é uma coisa superimportante.  Muitos projetos descarregaram importantes verbas em nosso município. O que o derrotou então? Podemos citar o desgaste dos anos. Esse mesmo período se por um lado faz com que se resista ao continuísmo, por outro torna os governantes e equipe mais déspotas e menos humanizados. Outro fator foi o fato do prefeito ter abandonado o mandato que a população lhe confiou para ir para outra cidade. Afinal com quem seria o seu compromisso? Ainda citaria que durante a campanha suas palavras não foram bem administradas. Nesse  contexto, as demandas não sanadas ganham importância supra.
O JORNAL – Mesmo Rossine tendo vencido com 3.432 votos de diferença para seu adversário, já observamos que existem pessoas querendo se opor ao seu governo, sem ao menos esperar para ver se o mesmo será exitoso. Como você prevê que será realizado o trabalho de oposição ao novo governo? E de que maneira enxerga a próxima eleição municipal em Lajedo, já visando quem poderia ser os principais adversários do novo prefeito?
ADEMIR RAFAEL -  É natural que aqueles que foram derrotados se façam oposição ao governo futuro. Enquanto população é razoável que entendamos que sucesso do governo Rossine será também o sucesso da cidade, da população e de cada um, individualmente. Quanto a oposição política estou prognosticando algumas mudanças de oposição para situação, mas isso é apenas uma intuição. Seja como for, a oposição tem um papel importante dentro do governo. É que, às vezes, os situacionistas se esquecem de fiscalizar o governo, como seria a função do legislativo. Aí é preciso que a oposição faça isso bem feito, com propriedade e argumentos verdadeiros e razoáveis e que coloquem a “boca no trombone” como era característica do, hoje prefeito eleito, enquanto vereador. A oposição não está para bloquear as ações do executivo, mas para ajudar o governo a fazer as mesmas ações dentro da legalidade que lhe é permitida. Quanto a possíveis candidatos, muita coisa vai rolar. Se Adelson não permanecer no ostracismo político em que o colocaram pode ainda ser um nome forte, assim como o de Jorge Wellington, mas não vejo, ainda, ninguém com o nome Dourado, da nova geração, com possibilidades para tal. Uma terceira frente política precisará de um novo contexto para se erguer nesse cenário. Mas como, disse, muita coisa vai rolar...

terça-feira, 23 de outubro de 2012

DESAFIOS PARA O FUTURO DE LAJEDO III

O prefeito eleito de Lajedo concedeu entrevista esclarecedora a TV REPLAY:
http://www.tvreplay.com.br/jornalismo/rossine-blesmany-prefeito-eleito-de-lajedo-fala-sobre-seu-plano-de-governo/?regiao=lajedo

A parte da entrevista que me chamou a atenção foi sobre crescimento e geração de empregos. Nitidamente o prefeito atrelou a vocação comercial de Lajedo, seu crescimento à consequente geração de novas vagas. Prometeu, então fazer uma ampla campanha de conscientização para a que a população da cidade fizesse suas compras aqui mesmo. Uma ótima iniciativa, porém é preciso mais. Não querendo me adiantar, pois sei que seus assessores o saibam por experiência, as pessoas não fazem suas compras em outras cidades somente por simples falta consciência ou costume. Outros fatores nos levam a isso como variedade, crédito, atendimento, qualidade de produto, etc.
Como sugestão podemos citar outras medidas que podem fazer nosso comércio "bombar":

* Trafegabilidade e acessibilidade - estacionar o carro em Lajedo já começa ser um problema sério e isso muitas vezes desanima o consumidor a comprar. Se você for, então, um portador de necessidades especiais, não deve nem ter vontade de sair de casa.
* Qualidade de atendimento - nossos comerciários precisam passar por uma reciclagem/treinamento de atendimento. Sei que são mal remunerados, mas precisam se organizar em sindicatos e procurar crescimento educacional e profissional afim de deixar o cliente satisfeito e com desejo de voltar.
* Melhoria das instalações e qualidade de produtos - muitas pessoas saem da cidade para um restaurante em Garanhuns ou outra cidade porque a nossa não oferece ambientes mais aconchegantes e pratos, pelo menos, mais variados. Poderia ser encontrado um programa de empreendedorismo para os comerciantes de nossa cidade sentirem a demanda de uma cidade que não para de crescer e seu consumidor começa a ser mais exigente.
* Geração de linhas de crédito - a população consumidora não se importa com o endividamento, desde que ele seja em suaves e longas prestações. Por isso muitas vezes sai da cidade para buscar prazos maiores.
*Competitividade - preços melhores atraem mais clientes. Para que isso ocorra é preciso ter bom planejamento, inclusive de compras. Se nossos comerciantes não forem treinados para ocupar que Lajedo pressupõe sua vocação - o comércio e prestação de serviços, não teremos condições de nos firmarmos nessa proposição. Existem muitos orgãos para este auxílio como o SEBRAE.  
 A solução dessas demandas provavelmente devem dar um aquecimento ao nosso comércio.  

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

DESAFIOS PARA O FUTURO DE LAJEDO II

SEGURANÇA – aqui temos um ponto em que o prefeito eleito é perito. A violência está notoriamente aumentando em nossa cidade fazendo-a quase que perder os ares de cidade interiorana. Assassinatos, roubos a residências na zona urbana e na rural, roubos de motos e automóveis sem se falar em tráfico e contravenções. Um fator de segurança pública pouco falado durant
e a campanha (se foi falado) foi a questão do trânsito de Lajedo. A medida é impopular, mas muito mais que necessária. O asfalto mudou o comportamento do motorista da cidade. Acrescente-se a isso o atual momento econômico do país que tornou possível um ingresso de muitos veículos circulando por nossas ruas. Asfalto com sinalização precária e sem fiscalização dos órgãos competentes implica, irrefutavelmente, em desordem e perigo à população. A prefeitura precisa fazer um consórcio com o DETRAN para que a polícia possa realmente punir os infratores. O prefeito eleito prometeu aumentar efetivo e colocar postos em várias localidades. Vai precisar de muita influência junto a SDS. Contudo um policiamento ostensivo é uma demanda urgente. A polícia ou guarda municipal só deve ser organizada se for possível contratar homens idôneos e que possam ser treinados para o trabalho efetivo na cidade, Senão se corre o risco de formações municipais de milícia. Nós conhecemos isso,
INFRAESTRUTURA – Duas coisas me causam preocupação com a chegada do novo governo para a saída do atual. Primeiramente a conclusão de obras que já começaram neste mandato. Talvez a que chame mais atenção seja a do saneamento básico que tem um custo na ordem aproximada de 33 milhões e seria suficiente para sanear 100% da cidade. Se isso não ocorrer alguma coisa estará errada. Em segundo tenho a preocupação com a manutenção asfáltica da cidade. O asfalto que nos foi “doado” não é de qualidade, mas sem dúvidas, deu melhor imagem a cidade e até ajudou gastarmos menos com a manutenção dos automóveis. Mas a manutenção e melhora desta camada é cara e o que pode ser uma coisa moderna hoje, pode ser um tormento amanhã.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

DESAFIOS PARA O FUTURO DE LAJEDO

Me parece que a pirâmide nos desfocou dos grandes desafios futuros que Lajedo terá que passar. Entre eles vamos citar alguns:
O FINAL DA ATUAL ADMINISTRAÇÃO: mesmo que sejam adversários políticos não podemos torcer que a atual administração termine seus dias de forma digna, deixando as contas da prefeitura o mais próximo da lisura e que tenham o devido cuidado com todo o patrimônio público a ser entregue (que é bem maior e mais valioso que uma pirâmide). O correto que houvesse uma equipe de transição compostas de técnicos dos dois governos para que Lajedo não tivesse prejuízo na demora burocrática e o próximo governo estivesse apto para seus trabalhos já a partir de janeiro. É pedir de mais? Não! É só ter um pouco de bom senso, compromisso e amor pela cidade.
MANUTENÇÃO DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS ESSENCIAIS - ninguém pode esperar que em pouco mais de dois meses a atual administração ir´resolver problemas antigos ou inaugurar alguma obra nova. Mas é necessário que itens básicos de serviços tenham sua qualidade garantida, como o final do ano letivo das escolas, os programas de área de saúde, coleta de lixo, projetos sociais, etc., muitos realizados com verbas federais e por isso mesmo tendo que obrigatoriamente serem cumpridos em seus cronogramas.
FORMAÇÃO DAS PASTAS DE SECRETARIADO - não tenho dúvidas que este será um dos maiores desafios do futuro prefeito Rossine Blesmany. Neste momento estarão chegando a ele os grandes financiadores de sua campanha para dar uma "pitaca" em quem ele deve colocar nas pastas e subpastas. Certamente que o prefeito quer montar uma equipe técnica, mas a pressão política vai ser ENORME para que se coloquem os aliados. Não sejamos ingênuos! Rossine vai ter que fazer o jogo de cintura. Se puder conciliar tecnicidade com política será ótimo, mas nem sempre isso é possível. Então terá que optar por um ou outro. Se escolher o critério político terá que trabalhar muito mais e provavelmente perderá em qualidade de administração. Se por outro lado privilegiar o técnico terá que enfrentar a insatisfação de seus financiadores. Boa sorte para ele. Eu, particularmente, como funcionário público da área de educação não suportaria ser chefiado por alguém que fosse fora da área. Mas que poder tenho eu?
SAÚDE - carro chefe da campanha de Rossine, tem urgência em ser melhorada. E o povo não quer e não pode esperar por muito tempo, porque doença não espera por boa vontade. Ela chega e te pega de surpresa! Ele prometeu que iria pagar acima do piso salarial para que a saúde de Lajedo se tornasse desejável aos médicos, terá que fazer isso muito rápido para que, mesmo que não seja o setor mais importante da saúde, possa a população sentir uma mudança pontual que ele pregou durante a campanha. Manutenção e ampliação dos PSFs é um desafio importante, mas que politicamente pode ser feito a médio prazo.
EDUCAÇÃO - esta não pode e não vai esperar o novo candidato. o ano letivo provavelmente começará pouca mais de um mês após a posse. Merenda, reforma, estruturalização e viabilidade serão problemas enormes para quem está chagando. Contudo, o maior problema estará naquele que também foi um de seus maiores ataques ao governo atual - os contratados. Segundo ele mesmo disse no debate na Escola Jornalista Manuel Amaral, vai precisar deles pois não terá tempo hábil para a realização do concurso. Reciclagem dos professores efetivos (nos quais me incluo) e avaliação para aqueles que vão ser contratados será essencial se o objetivo for maximizar a qualidade de ensino em curto prazo.
Outra áreas podem ser citadas, mas o texto ficaria insuportavelmente grande. Fica para outro momento.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

AGRADECIMENTOS!

Quero agradecer as quase 1.800 visualizações deste blog durante a campanha municipal e o acompanhamento de minhas postagens pela rede social FACEBOOK. Espero que de alguma forma tenha ajudado a esclarecer a população de lajedo quanto ao processo político. Continuaremos sim.  Agora é hora de analisar o resultado das urnas e ajudar o próximo governo a ter uma administração coerente com suas promessas de campanha. Um abraço a todos os seguidores e #estamos juntos!